21 de set. de 2010
16 de set. de 2010
6 de set. de 2010
::: Count Your Last Blessings
To finish the bottle full of empty dreams Punch-drunk headed straight out of line Another excuse with no alibi Hitchin on the road of decline With no name streets and no vital signs I pissed away the best of me and No one can help me! Misery's best friend dead beat on a dead-end A bag full of regrets and I'm coming clean the self-elect resident rejects A bad habbit Don't forget it you better Count your last blessings i fell off the wagon i'm chasing six feet And now I'm running out of time My hands are tied And nailed to the cross I'm looking for all the composure I lost I'm petulant with a bad attitude A poster-child vision of wasted youth I dodged the book and found the key I can't say the same for dignity I pissed away the best of me and No one can help me Misery's best friend dead beat on a dead-end A bag full of regrets and I'm coming clean the self-elect resident rejects A bad habbit Don't forget it you better Count your last blessings i fell off the wagon i'm chasing six feet And now I'm running out of time now i'm My own enemy I don't hear you now Perfect tragedy God bless us denial [x2] Misery's best friend dead beat on a dead-end A bag full of regrets and I'm coming clean the self-elect resident rejects A bad habbit Don't forget it you better Count your last blessings i fell off the wagon i'm chasing six feet And now I'm running out of time _________________________________ Tradução Última chamada para lamentar e derrotar Para terminar a garrafa vazia cheia de sonhos Embriagado de ponche fora de linha Outra desculpa sem nenhum álibi Amarração na estrada de declínio Com ruas sem nome e sem sinais vitais Eu fico de saco cheio com o melhor de mim e Ninguém pode me ajudar! O melhor amigo da miséria morto em um beco sem saída Um saco cheio de lamentos e eu vou limpar ao auto-eleger o residente rejeitado Um mau habito Não se esqueça que você é o melhor para Contar a sua última bênção Eu caiu fora do vagão Estou sendo perseguido por seis patas E agora estou a esgotar o tempo Minhas mãos estão vinculados E pregado à cruz Estou à procura de toda a tranquilidade que perdi Eu estou com uma má atitude insolênte Uma visão do filho da juventude desperdiçada Eu fujo com o livro e encontro a chave Eu não posso dizer o mesmo para a dignidade Eu fico de saco cheio com o melhor de mim e Ninguém pode me ajudar! O melhor amigo da miséria morto em um beco sem saída Um saco cheio de lamentos e eu vou limpar ao auto-eleger o residente rejeitado Um mau habito Não se esqueça que você é o melhor para Contar a sua última bênção Eu caiu fora do vagão Estou sendo perseguido por seis patas E agora estou a esgotar o tempo [2x]Com o meu inimigo eu estou agora Eu não posso ouvi-lo agora Perfeita tragédia Deus nos abençoe O melhor amigo da miséria morto em um beco sem saída Um saco cheio de lamentos e eu vou limpar ao auto-eleger o residente rejeitado Um mau habito Não se esqueça que você é o melhor para Contar a sua última bênção Eu caiu fora do vagão Estou sendo perseguido por seis patas E agora estou a esgotar o tempo
Count Your Last Blessings
Last call for regret and defeat
Contar a sua última bênção
Postado por Gustavo Freitas às 17:31 3 ..:cOmEnTaRiOs:..
27 de ago. de 2010
::: Para o amor Perdido - Fernanda Young
Para onde foi tudo aquilo? Que tínhamos tão seguro. Tão certos de sua eternidade. Para onde foi, hein? Meu peito, depósito subitamente esvaziado, aperta-se no meio de tanto espaço.Tento identificar o instante, quando o que tínhamos se perdeu. Mas nem sei se o perdemos juntos ou se juntos já não estávamos. Me desespera saber que um amor, um dia desses tão grande, possa ter desaparecido com tanta facilidade.
Como já disse, estou triste; e isso me faz acreditar no poder das cartas. Não falo de tarô, mas destas, escritas e mandadas ou não mandadas. Cheias de questões e metáforas, que assim, misturadas cuidadosamente, num cafona português polido, soam mais sensatas.
Qual poder espero desta carta? Simples: que deixe registrado este meu estranho momento. Quando o que devia ser alívio revela-se angústia. E a cabeça não pára, vasculhando cantos vazios.Não gosto de perder as minhas coisas, você sabe. E hoje, cercada pela sua ausência, procuro o que procurar. Experimentando o desânimo da busca desiludida. Pois, se um amor como aquele acaba dessa maneira, vale a pena encontrar um outro? Será inteligente apostar tanto de novo?Aposto que você está pouco se lixando para isso tudo. Que seguiu sua vida tranqüilamente, como se nada de tão importante tivesse ocorrido. E está até achando graça desta minha carta, julgando-a patética e ridícula. Você, redundante como sempre.
Só há uma coisa certa a respeito disso: não desejo resposta sua. É, esta é uma daquelas cartas que não são para ser respondidas. Apenas lidas, relidas, depois picadas
Queria apenas pedir um favor antes que você rasgue este resto do que tivemos. Se algum dia, tendo bebido demais, sei lá, você acabar pensando tolices parecidas com estas, escreva também uma carta. Mesmo sem jamais saber o que você irá dizer, sei que ela fará de mim menos ridícula. Neste amor e, por isso, em todo o resto. Pois adoraria que você fosse capaz de tanto - escrever uma carta é um ato de desmedida coragem. E eu ficaria, enfim, feliz comigo, por tê-lo amado.
Um homem assim, capaz de escrever bobagens amorosas.Então é isso - como sou insuportavelmente romântica, meu Deus. Termino aqui essa história, de minha parte, contando que estas palavras façam jus ao fim do amor que senti. E deixando este testamento de dor, onde me reconheço fraca e irremediável. Porque ainda gostaria de poder acreditar que você nadaria de volta para mim."
Fernanda Young
..:guh:..
Postado por Gustavo Freitas às 10:53 4 ..:cOmEnTaRiOs:..





